Livros infantojuvenis

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9 de nov de 2017

Negligência na educação superior

Artigo publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 7/11/2017

O Brasil investe cerca de 5% de seu Produto Interno Bruto em educação pública. A realidade do país mostra que isso é insuficiente, e uma comparação internacional confirma essa afirmação.
Países industrializados e com bons sistemas educacionais investem, em média, 6% de seus PIBs em educação pública.
Como a porcentagem de crianças e jovens no Brasil é cerca de uma vez e meia a daqueles países, precisaríamos investir 9% do nosso PIB para nos igualarmos a eles quanto à parcela do esforço nacional dedicado a cada estudante.

Sem espaço para otimismo

Publicado originalmente no Le Monde Diplomatique Brasil, 124, Novembro/2017 
         Desde o final do período militar até meados desta década, muita coisa mudou na educação brasileira. As taxas de conclusão dos diferentes níveis educacionais mais do que dobraram; a porcentagem de adultos analfabetos caiu para menos do que a metade; o Brasil aumentou muito o número de profissionais de nível superior formados a cada ano. São dados realmente positivos. Mas será que eles podem oferecer espaços para algum otimismo?

19 de out de 2017

A educação brasileira não vai nada bem

Publicado originalmente no Correio da Cidadania em 20 de outubro de 2017

O Brasil nunca se des­tacou po­si­ti­va­mente por al­guma de suas ca­rac­te­rís­ticas edu­ca­ci­o­nais. Ao con­trário, sempre es­ti­vemos em uma po­sição bem des­fa­vo­rável, mesmo em com­pa­ração com nossos vi­zi­nhos ge­o­grá­ficos ou ge­o­po­lí­ticos da Amé­rica do Sul.

18 de out de 2017

2 de set de 2017

Algum dia será preciso ranquear os rankings?

Publicado originalmente no Jornal da USP em 1/9/2017

Ranqueameneto de universidades, amplamente divulgados pela mídia, viraram quase uma epidemia. Muitas pessoas, impossibilitadas de terem acesso a informações mais adequadas, acabam por tirar conclusões muito mais gerais, e erradas, do que os rankings permitem.

21 de ago de 2017

Sobre o financiamento eleitoral por empresas

Publicado originalemnmte em Caros Amigos, em 16/8/2017,
A legislação que regulamentava o financiamento eleitoral, em especial a lei 9504 de 1997, previa a possibilidade de empresas financiarem campanhas eleitorais com recursos que podiam chegar até a 2% do faturamento bruto anual. O absurdo dessa legislação, que transformava mandatos eletivos em mercadorias compráveis, foi apontado em alguns artigos, inclusive em Caros Amigos  [i].

16 de ago de 2017

A Universidade pública, de qualidade e gratuita é viável?

Publicado no Correio da Cidadania, em 31/maio/2017

O ataque sistemático à universidade pública no Brasil, a fim de abrir espaço ao setor privado, fez com que nosso país se tornasse um daqueles com as maiores proporções de matrículas no setor privado em todo o mundo. Apesar da (falsa) justificativa para a privatização ser a necessidade de apelar para que o setor privado colabore com a inclusão no ensino superior, o fato é que isso não ocorre.

13 de jun de 2017

Seminário de apresentação do livro Análise Comparativa da Educação Brasileira

Clique no "continue lendo" para ver os slides do seminário de apresentação do livro "Análise Comparativa da Educação Brasileira - do final do século XX ao início do século XXI"


23 de mai de 2017

Ainda a desidratação da USP


Publicado na versão eletrônica de Caros Amigos, 14/março/2017

As últimas três administrações da Universidade de São Paulo (USP), o que corresponde a um período pouco superior a dez anos, têm implementado planos e ações extremamente dispendiosos, aparentemente, desconectados uns dos outros e sem justificativa acadêmica, educacional ou científica. Se analisadas individualmente, aqueles planos e ações ou parecem insensatos, refletindo peculiaridades da personalidade do ou da ocasional ocupante da reitoria, ou cada um deles exige uma justificativa diferente, válida apenas para aquele ato ou determinação.

7 de fev de 2017

Deformando a previdência

Correio da Cidadania, 23/dez/2016

A atual proposta de Reforma da Previdência, que parte da sucessão de golpes que têm sido dados no Brasil contra a população, é fundamentada em uma coleção de desinformações. Uma delas, bastante repetida, é o suposto déficit previdenciário, calculado a partir da diferença entre a contribuição dos trabalhadores e empregadores e as despesas do sistema. 

19 de dez de 2016

Nocauteando a educação

Nocauteando a educação
Correio da Cidadania, 14/dezembro/2016

A Medida provisória 746 faz mudanças profundas na LDB (Lei de Diretrizes e Bases), a lei básica da educação nacional. Quer por seu conteúdo, quer pela forma que o processo ocorre, mudando em poucas semanas uma lei que demorou oito anos para ser completada (1) aquela MP causou descontentamento e revolta entre estudantes, pesquisadores e trabalhadores da educação, com várias críticas, denúncias e manifestações de descontentamento por parte de associações científicas, sindicatos, entidades estudantis e profissionais.

22 de nov de 2016

Brasil: uma política educacional fundamentada em mitos?

Brasil: uma política educacional fundamentada em mitos?
Le Monde Diplomatique, noembro/2016, coautoria com Lighia B. Horodynski-Matsushigue e Marcelo T. Yamashita

Há vários mitos sobre a educação cuja aceitação é bastante ampla. Como consequência, tem-se um entendimento equivocado da realidade, que leva grande parte da população a julgar positivas propostas totalmente inadequadas. Desconstruir esses mitos é fundamental

16 de nov de 2016

Uma proposta alternativa à PEC 55 (ex-PEC 241)


Publicado originalmente no Correio da Cidadania em 16/nov/2016

A Proposta de Emenda Constitucional 55, ora em tramitação no Senado, tem como objetivo, segundo seus defensores, “reestabelecer a confiança na sustentabilidade dos gastos e da dívida pública”.